Vivemos em um momento em que o Fast Fashion, ou seja alta produtividade e baixos preços, tem sido muito questionado. A competitividade crescente, o consumo frenético e o descarte rápido de peças são apontados como agentes de prejuízos ao meio ambiente e fatores sociais. Quando falamos em Fast Fashion é importante ressaltar o tempo de troca de coleções, que tornam -se semanais em grandes lojas, como por exemplo: Zara, Forever 21, Topshop, entre outras.

fashion-shoes-white-snickers

A resposta a tudo isso vem com um contra movimento chamado Slow Fashion em que a  grande proposta é a desaceleração da produção e do consumo.  O termo significa ” moda devagar” ou desacelerada. Ser  Slow Fashion une as ideias de sustentabilidade, ética na produção e consumo, isto significa:  proteção ao meio ambiente, proteção ao trabalhador e consumo consciente.

Slow-is-a-revolution

As marcas que aderem ao movimento buscam trabalhos mais autorais, desenvolvem coleções com ideias de durabilidade e se utilizam de técnicas sustentáveis. Mais do que isso,  os estilistas buscam fortalecimento de sua comunidade por meio da utilização de matérias primais locais. Os preços são o reflexo do custo e o design baseado na personalidade e estilo do estilista.  E coleções são apresentadas de 1 a 2 vezes ao ano no máximo.

Alguns exemplos de estilistas e marcas slow fashion:

Patagonia – Marca internacional conta com peças orgânicas, peças com materiais reciclados.

1400x465_etzel_k_0551

Paula Raia – Representante nacional do Slow Fashion, desfila 1 vez ao ano, respeitando seu trabalho criativo.

Paula Raia SPFW- N41 abril/2016 foto: Paulo Reis/FOTOSITE
foto: Paulo Reis/FOTOSITE

United By Blue – Com a proposta de retirar meio quilo de lixo dos oceanos e vias navegáveis a cada produto vendido, o material carro chefe da marca é o algodão orgânico.

header-S16

É tempo de uma nova consciência!

renataesteves (2)

Author

Write A Comment