Uma das passagens mais famosas da tragédia Édipo rei do dramaturgo Sófocles, é o encontro de Édipo com  uma esfinge, que segundo o autor:  “um monstro metade leão, metade mulher que lançava enigmas aos viajantes e devorava quem não os decifrasse.” . A esfinge é responsável pela frase  “Decifra-me ou te devoro”  foi essa sensação que tive ao ler  O Poder do Hábito – Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e Nos Negócios  de Charles Duhigg.

Eu tenho esse livro desde 2012 comprado no lançamento, de lá para cá foram inúmeras tentativas de lê-lo. Firme no propósito, dessa vez eu fui até o fim. O livro relata extensamente como formamos um hábito, como podemos modificar e nos dá exemplos de pesquisas tanto médicas como cases empresariais. Os exemplos são estudos de como empresas criam hábitos nas nossas vidas sem que jamais tenhamos necessitado de um produto, por exemplo. Ou então como grandes corporações alteram os hábitos de seus funcionários e transformam as empresas em grandes casos de sucesso. Entre eles: o Starbucks, P&G e Target.

Voltando a esfinge, ou melhor a sensação do “Decifra-me ou te devoro”  esse livro é desafio, um pouco pesado na leitura. Mas, ele nos faz perceber que muitos hábitos nossos foram criados a tanto tempo que nem temos mais a percepção de porque os temos.  Foi uma leitura que inicia um ano em que tracei muitas metas, a maioria delas exigindo mudanças de atitude, e por isso o livro cai feito uma luva.

Em fevereiro é a vez de “A Garota no Trem

 

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