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Estamos vivendo em um momento em que a individualidade é realçada a cada dia mais. Campanhas publicitárias, movimentos on e off line pedem para você ” ser quem realmente é”. E na moda isso não seria diferente, se por um lado as marcas criam uma certa padronização por outro elas tem aberto portas para a personalização de produtos.

Sem ingenuidade, a  industria fashion percebe e entende que a customização se popularizou e tem ganho as redes sociais por meio dos DIY , Do It Yourself ou em português faça você mesmo.

Pensando nesse fenômeno,  o movimento  DIY surge do desejo de reaproveitar roupas, reusa-las e fugir do consumo. E ganha seguidores por meio de vídeos e imagens que estimulam a customização pela facilidade e idéias práticas. Por outro lado, a inserção das grandes marcas nesse mundo é uma renovação de seus produtos. E elas se encaminham cada vez mais para isso, por meio de seus sites onde o cliente tem oportunidade de atuar como designer de seu produto final, seja com monogramas, cores ou até mesmo componentes.

A industria já sacou que aquilo que é personalizado ganha um forte apelo emocional e o desejo por esses produtos está, portanto, diretamente atrelado a emoção. Isso significa que o enfoque do desejo do consumidor não é mais o luxo puro e sim sua marca no mundo.

Assim, presenciaremos mais movimentos e tendências relacionadas a personalização. Veremos também marcas tradicionais como Gucci, que já faz algumas customizações, entrarem na onda, e o movimento ficar um pouco mais consumista.

renataesteves (2)

 

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