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Pierpaolo Piccioli estilista da Valentino trouxe a tona uma de suas preocupações no ultimo desfile, Paris Primavera 2018, mostrar as pessoas por trás de seu processo criativo. Em uma entrevista a Vogue, Pierpaolo afirmou que odeia a denominação “petite mains” algo como mãozinhas aos trabalhadores das grandes Maisons, em tom sério Piccioli quer abrir os olhos da indústria quem está por trás dos bastidores são pessoas e não mãos. É necessário salientar que para algumas peças, ou a maioria, que são desfiladas nas passarelas de Alta Costura são necessárias centenas de horas e vários artesãos, costureiras e bordadeiras especializados. Por isso, dessa vez ao invés de nomes fictícios, na coleção desfilada no dia 24 de janeiro, cada peça tinha nome de pessoas que as fabricaram.

 

O look Irene foi o ponto alto do desfile, para a revista Vogue, Pierpaolo explicou que foram usadas 700 gotas confeccionadas de gaze e seda por cima de um tule preto. Para construir o look, imagem abaixo, foram necessárias 5 costureiras para dar conta de mais de 1.500 metros de fita de seda que fazem o acabamento do vestido.

Conhecido por ser um sonhador com os pés no chão Piccioli nos demonstra o desejo de mudança nos bastidores das grandes Maisons, agora é esperar para ver se as outras marcas vão se conscientizar e dar passos para que os trabalhadores tenham um espaço igualitário e reconhecido. Também é importante ressaltar que é só um pequeno gesto da Valentino e que ficaremos de olho se algo mudará por dentro da marca.

 

 

 

 

Entra ano e sai ano e a Chanel bate na mesma tecla: O Tweed. O tecido de origem escocesa, geralmente confeccionado de lã e com principal característica a textura áspera, é um marco para a Maison Chanel. Entre outras razões, por ter sido lançado em 1954, ano em que Gabrielle Coco Chanel volta a abrir sua loja na rua Rue Cambon. Nesse ano o primeiro casaco de tweed feminino é desfilado pela marca. Um ano depois Chanel volta a ditar moda com o Chanel Look, composto por terninhos, scarpins pretos, pérolas, botões dourados e a famosa bolsa em martelasse 2.55. O Tweed torna-se então um clássico símbolo da elegância.

No ultimo desfile, o estilista chefe da Chanel Karl Lagerfeld entrelaçou o Tweed ao um desfile despretensioso que de acordo com a estação, primavera 2018, trouxe o frescor e o espírito otimista da estação.

 

Qual desfile da temporada Paris  primavera 2018 você mais gostou? O que gostaria de ver por aqui?

 

 

 

 

 

Aposte no Rosa!

O rosa é segundo a psicologia das cores, uma cor feminina, que remete ao delicado e ao amor. Se perto do branco a cor insinua a inocência, quando combinadas com violeta e preto ela insinua o sensual e o erótico. O rosa nunca saiu de moda mas, quando a Pantone elegeu o Rosa Quartz como a cor de 2016, ela se fortaleceu e apareceu em diversas tonalidades ao longo do tempo. O Rosa Quartz abriu as portas para o Millennial que dominou a decoração em detalhes, tapetes, almofadas e até em peças grandes. O rosa deu as caras no Pré Fall 2018:

E nesse momento, os desfiles internacionais de Pré Fall 2018 começam com o rosa em destaque:

Algumas peças para te inspirar a usar o rosa.

Onde encontrar?

 

Que tal usar rosa?

 

 

 

O tecido Vichy, conhecido como  xadrez “piquenique” está de volta e personalidades como Bella Hadid,  Kendall Jenner e Emily Ratajkowski apareceram usando a estampa que é composta por quadriculados que formam um desenho xadrez. A estampa ficou celebre quando a atriz francesa Brigitte Bardot usou  um vestido Vichy no seu casamento com Jacques Charrier.

 
Que tal tirar seu Vichy do armário?

O McDonald’s anunciou a parceria com a marca japonesa Beams Today para transformar o Big Mac em uma coleção comemorativa.  O hambúrguer se transformou em estampa e patch, case para celular, bolsas e boné. Cada item será reproduzido apenas 300 vezes, tornando-se edição limitada.

Você pode encontrar as peças no e-commerce japonês Rakuten que faz entregas no Brasil.

Vai um Big Mac ai?

Chamado de  bodies no século XVIII  e rebatizados de corset  em 1850, o espartilho ( tradução para o português) é considerado um ícone da sensualidade e libertação feminina e da subcultura punk. Inicialmente, produzidos com barbatana de baleia os corsets eram muito rígidos e por isso precisavam de tiras largas nos ombros para serem sustentad0s. Em 1850, junto com o nome, o formato dos espartilhos mudam e perdem as alças. Entre os anos de 1880 e 1900 a peça vai se tornando cada vez mais parecida com a letra “S”.  Com a primeira Guerra Mundial o corset começa a desaparecer, e as peças independentes surgem. Em 1940 uma tentativa de reintrodução do espartilho é feita por Christian Dior, mas o corset reaparece mesmo com força nos anos 1970. Nesse momento o espartilho passa a ser usado por fora da roupa. Na década seguinte, estilistas como Christian Lacroix, Vivienne Westwood, Thierry Mugler e Jean Paul Gaultier reforçam o uso da peça juntamente com a cultura pop iconizada principalmente por Madonna.

Desde o ano passado as irmãs Jenner / Kardashians tem liderado a volta dos corsets:

Inspirações para usar:

 

 

Os florais gigantes vem aparecendo como quem não quer nada mas, podemos perceber o crescimento da estampa nas lojas e nas passarelas.  No momento estamos nas semanas de moda “resort 2018” e os florais em tamanhos maiores estão roubando a cena:

Essa tendência é aplicada em diversos tecidos e pode aparecer como: estampa, bordado e aplique.

Inspirações:

Onde encontra?