VOO LIVRE

Coluna Voo Livre: Você Sabe quem foi Charles Frederick Worth?

Nascido na Inglaterra em 1825 Charles Frederick Worth trabalha no começo de sua vida como vendedor de tecidos em Londres, em 1845 se muda para Paris e vai trabalhar em uma grande loja de tecidos, Gagelin´s na Rue de Richelieu. Em pouco tempo Worth se torna o maior vendedor da loja e consecutivamente ganha uma posição como costureiro. Seus trabalhos contribuem para que a loja receba reconhecimento através de prêmios, sendo um deles dado durante a Exposição Universal em Paris de 1855.

Em 1858 Worth abre sua própria loja em parceria com o sueco  Bobergh. A maison Worth situada na Rue de la Paix, se consolida como uma loja de prestígio. Fazem parte de sua gama de clientes a esposa do embaixador da Áustria Pauline de Metternich e a própria imperatriz Eugenia da França, esposa de Napoleão III.

Um pequeno pedaço de tecido branco inserido nas costas dos trajes que logo foi chamado de etiqueta, foi a grande inovação adotada por Worth. Apesar de não ser sua invenção, o costureiro foi o responsável pela popularização da etiqueta e sua prática contribuindo para o início das “Maisons” ou seja, das marcas. Seu legado dura até os anos 1950, e fica conhecido como a marca das atrizes hollywoodianas, alta sociedade americana e da realeza europeia.

 

Moda

Pelo Mundo: Marca Japonesa aposta no sanduiche mais famoso do mundo!

O McDonald’s anunciou a parceria com a marca japonesa Beams Today para transformar o Big Mac em uma coleção comemorativa.  O hambúrguer se transformou em estampa e patch, case para celular, bolsas e boné. Cada item será reproduzido apenas 300 vezes, tornando-se edição limitada.

Você pode encontrar as peças no e-commerce japonês Rakuten que faz entregas no Brasil.

Vai um Big Mac ai?

Moda

O Corset Voltou!

Chamado de  bodies no século XVIII  e rebatizados de corset  em 1850, o espartilho ( tradução para o português) é considerado um ícone da sensualidade e libertação feminina e da subcultura punk. Inicialmente, produzidos com barbatana de baleia os corsets eram muito rígidos e por isso precisavam de tiras largas nos ombros para serem sustentad0s. Em 1850, junto com o nome, o formato dos espartilhos mudam e perdem as alças. Entre os anos de 1880 e 1900 a peça vai se tornando cada vez mais parecida com a letra “S”.  Com a primeira Guerra Mundial o corset começa a desaparecer, e as peças independentes surgem. Em 1940 uma tentativa de reintrodução do espartilho é feita por Christian Dior, mas o corset reaparece mesmo com força nos anos 1970. Nesse momento o espartilho passa a ser usado por fora da roupa. Na década seguinte, estilistas como Christian Lacroix, Vivienne Westwood, Thierry Mugler e Jean Paul Gaultier reforçam o uso da peça juntamente com a cultura pop iconizada principalmente por Madonna.

Desde o ano passado as irmãs Jenner / Kardashians tem liderado a volta dos corsets:

Inspirações para usar:

 

 

Moda

Para usar já: Florais gigantes

Os florais gigantes vem aparecendo como quem não quer nada mas, podemos perceber o crescimento da estampa nas lojas e nas passarelas.  No momento estamos nas semanas de moda “resort 2018” e os florais em tamanhos maiores estão roubando a cena:

Essa tendência é aplicada em diversos tecidos e pode aparecer como: estampa, bordado e aplique.

Inspirações:

Onde encontra?

Moda

O Figurino de: Mulher Maravilha!

“Um bom figurino faz parte da história de uma forma com que a audiência assimile como verdade e não o questione durante a exibição”. Palavras de  Lindy Hemming vencedora do Oscar por Topsy-Turvy nos anos 2000 e figurinista do filme “Mulher Maravilha”.  No filme que está em cartaz nos cinemas, Hemming buscou inspiração nos quadrinhos, mas transformou as roupas como símbolo de uma mulher forte, sexy e com habilidades marciais. Um ponto importante foi entender que a heroína não deveria usar um vestido armadura, como se fosse uma adaptação de uma veste masculina “Deveria ser diferente. Deveria ser autêntico e real – apelativo para as mulheres.” O sapato da personagem principal é uma tradução de um desejo de Hemming, que queria trazer a ideia de pernas longas a atriz e empodera-la com saltos.

Trailer oficial:

E você já assistiu o filme?

Especial

Desafio: 30 dias depois

No final de abril inspirada pela Semana Fashion Revolution, eu decidi ficar 30 dias usando 30 peças escolhidas no guarda-roupa. Essas peças deveriam ser combinadas e recombinadas até os 30 dias acabarem. Hoje, eu completo o trigésimo dia e eis o que me aconteceu:

Fiz as pazes com algumas peças

No começo do desafio eu selecionei algumas peças que eu tinha um certo bode mas, o que eu não contei é que algumas outras selecionadas eram também peças que eu tinha uma certa implicância. É o caso da camiseta preta, a sexta da foto a cima, que eu amava o desenho mas eu não usava muito ela. Nesses 30 dias ela virou meio uniforme, e eu usei até não poder mais.

Peguei Bode de outras

Outras peças eu usei tanto que no final do mês não consegui nem ver! Aliás, acho que vou ficar um mês para desbodear!

Percebi que tinha muita roupa parada

Minhas escolhas para os 30 dias me mostraram que eu estava com um guarda roupa lotado e com muita coisa parada. Por isso, no final de semana fiz uma limpa no armário e reduzi minhas roupas.

Sofri com um sapato

Quando eu escolhi os calçados eu vi um lindo mocassim caramelo e pensei que ele era tão lindinho, porque não usa-lo? Pois é, foi só usar um dia inteiro para recordar: ele me machucava demais!

Valorizei meus acessórios

Eu sou o tipo de pessoa que usa um acessório até não boder mais, aí aposento eles por um tempo. Nesses 30 dias, eles se tornaram aliados nos dias em que eu queria variar o look.

E aprendi que:

Dá para viver muito bem com menos. Senti falta de alguns queridinhos do armário, que eu propositalmente deixei fora do desafio, mas, valorizei minhas peças e redescobri algumas roupas que eu já tinha.

Obs: sim, comprei uma blusa nova e dei uma sofridinha por que não podia usar.

E você ficaria 30 dias com as mesmas peças?

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Coluna da Voo: Mosaert

Os coletivos de moda são apontados como o futuro da indústria. Pesquisadores modernos acreditam que o sistema atual, venda e descarte de peças, já estão esgotados, seja pelo ponto de vista econômico, seja pelo esgotamento de recursos do planeta. Hoje eu apresento a vocês um coletivo francês fundado pelo músico Stromae.Nascido na Bélgica em 1985 o cantor e compositor Paul Van Haver surgiu no mercado musical como Stromae misturando o hip-hop, musica eletrônica e francesa. Alias, o termo Stromae é um palíndromo da palavra Maestro. Há dois anos, o cantor abriu seu coletivo que vai além da moda: Mosaert é também artes visuais, gráficas, vídeos e fotos, e claro, música. O coletivo que conta com a estilista Coralie Barbier, o diretor artistico Luc Junior Tam e o duo gráfico Boldatwork já lançou quatro coleções.

Moda

Moletons estilosos

Nossa querida blusa de moletom data de pelo menos século XII quando trabalhadores do campo a vestiam. Outra origem apontada pela historia da moda é a vestimenta dos monges que possuíam capuzes. Mas, a peça tradicional, como conhecemos hoje, nasceu em 1930 em Nova York e foi projetada para que os trabalhadores da construção civil tivessem mobilidade e se aquecessem. Só 1970  que o moletom entra para o gosto popular, entre outros fatores para a sua popularização estão : a cultura  Hip Hop, o filme Rocky e ascensão dos moletons com logotipo das universidades.

Com a moda aesthetic, ou seja o uso da moda esportiva nas ruas mesclada com diversos estilos,  bombando por aí,   sim é  possível usar o moletom com estilo!

Para te ajudar encontrar moletons legais eu bolei um pequeno guia:

Gostou dos moletons?